Pesquisadores desenvolveram uma tecnologia que combina imagens aéreas de drones e inteligência artificial para identificar, em larga escala, quais espécies de vegetação, nativas ou invasoras, estão presentes em áreas de restauração florestal da Mata Atlântica.
O tamanho do desafio
O Planaveg (Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa) tem meta de recuperar 12 milhões de hectares até 2030, e o Pacto pela Restauração da Mata Atlântica mira 15 milhões de hectares até 2050.
Por que o monitoramento tradicional não basta
Historicamente, acompanhar a matocompetição, a disputa entre espécies exóticas e nativas por espaço, luz e nutrientes, dependia de visitas presenciais a campo, um processo lento, caro e difícil de escalar.
- VooDrone captura imagens da área
- TreinoModelo aprende a reconhecer espécies
- MapaCobertura vegetal automática
- RecorrênciaEvolução ao longo do tempo
Impacto em projetos de compensação
Projetos de reflorestamento, recuperação de áreas degradadas (PRAD), pagamento por serviços ambientais (PSA) e créditos de carbono florestal dependem de dados confiáveis de monitoramento. O uso de IA e sensoriamento remoto reduz custos, aumenta a precisão e agiliza laudos técnicos e relatórios exigidos por órgãos ambientais.
Perguntas frequentes
O que é matocompetição?
É a disputa entre espécies exóticas (invasoras) e nativas por recursos como luz, água e nutrientes em áreas de restauração.
Como a IA ajuda na restauração florestal?
Analisando imagens de drones para gerar mapas de vegetação, identificar espécies invasoras e monitorar o avanço da regeneração com mais precisão e menor custo.





